Muitas vezes, o empreendedorismo materno nasce da necessidade, mas se consolida através da paixão e das ferramentas certas.
A história de Priscila Paez, mente criativa por trás do @ateliedapaez, é um exemplo emocionante de como a costura e o bordado de alta performance deixaram de ser um hobby para se tornar o pilar de sustento de uma família de seis mulheres. Confira!
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A relação de Priscila com a agulha e a linha começou muito antes de ela vislumbrar uma carreira. Foi a maternidade precoce, aos 15 anos, que a apresentou ao mundo dos tecidos.
"Antes mesmo da minha primeira filha nascer, precisei fazer a bainha das fraldinhas, usando a máquina de costura de pedal da minha sogra. Eu ainda não fazia ideia de que aquilo mudaria a minha vida", relembra.
Anos depois, com sua primeira máquina de costura, usada apenas para criar vestidos para suas duas filhas, Priscila enfrentava um desafio comum a 75% das empreendedoras brasileiras: a rotina exaustiva do regime CLT, que a afastava das meninas.
"Não tinha tempo para nada e quase não acompanhei o crescimento da minha terceira filha. A cobrança materna batia forte - e isso doía."
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O desejo de viver do empreendedorismo criativo floresceu na quarta gestação, mas foi o cenário desafiador da pandemia que forçou a transição definitiva. Com a empresa do marido fechada, o Ateliê da Paez tornou-se a principal fonte de renda.
Essa escolha pelo trabalho em casa é estratégica: conforme uma pesquisa Sebrae de 2024, o trabalho artesanal doméstico é a saída para muitas das 67% de empreendedoras que são mães, permitindo ajustar horários à rotina escolar e reduzir deslocamentos.
Nesta época, Priscila costurou mais de 3 mil máscaras quase sozinha, enquanto as duas filhas mais velhas cuidavam da divulgação. Foi o fôlego financeiro que permitiu o próximo e mais importante passo: o investimento no bordado profissional.
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A grande virada do Ateliê da Paez aconteceu quando Priscila escolheu a Brother PR1055X para dar conta da demanda crescente e entregar um acabamento de luxo, sabendo que uma máquina multiagulhas elevaria seu negócio a outro patamar.
"Chegou a bordadeira e aí eu entendi o que é ter cliente todos os dias. Hoje, graças a Deus, meu ateliê não fica um dia sem pedidos. Eu empreendo de casa para o mundo", conta orgulhosamente.
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A escolha pela PR1055X permitiu que Priscila unisse o talento criativo à alta produtividade. Com a tecnologia de 10 agulhas e troca automática de cores, ela consegue produzir bordados complexos com rapidez, sem interrupções manuais, o que é essencial para quem concilia as encomendas com a rotina de quatro filhas.
"A maternidade não me afastou do empreendedorismo, ela impulsionou a minha criatividade. Com as máquinas da Brother, consegui estruturar uma produção eficiente dentro da minha rotina: bordados com acabamento profissional e versatilidade para criar diferentes produtos."
Hoje, o Ateliê da Paez é uma referência de como a especialização em bordados pode gerar independência. Para Priscila, a maior vitória não é apenas o faturamento, mas o equilíbrio de estar presente na vida das filhas Mariana, Maria Beatriz, Maria Luiza e Maria Julia.
"Empreender em casa não é sobre trabalhar menos, é sobre trabalhar com mais intenção e liberdade. E, quando você tem as ferramentas certas, esse caminho se torna possível.”
Ela faz parte dos 60% de mulheres que afirmam não desejar voltar ao regime CLT, priorizando a liberdade que o bordado profissional proporcionou. É este equilíbrio que ela deseja a todas que consideram o empreendedorismo materno:
“Que você se permita viver seus sonhos, sem abrir mão da sua essência."
Assim como a Priscila, você também pode transformar sua paixão em um negócio de alta performance com as máquinas multiagulhas da linha PR ao seu lado, sem precisar sacrificar os momentos que mais importam.
Pronta para dar o próximo passo na sua carreira criativa?